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Consultoria

Estou beirando aos 72 anos e fui convocado a fazer perícia. Ocorre ainda que recebo auxílio doença desde 2010 sem nunca me submeter a perícia. O auxílio doença foi judicial, porém, por ocasião do julgamento do mérito, a Juíza decidiu “ultra petita”, ou seja, não só manteve o benefício concedido via liminar, como decretou minha aposentadoria por invalidez, visto que as provas médicas demonstravam que meu quatro era irreversível, irrecuperável e incurável. O INSS apelou e a decisão de Segundo Grau. Então, pergunto, é possível o INSS me considerar apto, mesmo diante da idade e da pendência judicial? É razoável considerar apto ao trabalho um idoso com 72 anos, recebendo auxílio doença a 8 anos e já com aposentadoria por invalidez reconhecida pela Justiça? Como os peritos tem "decidido" em casos semelhantes? E caso eu seja julgado apto, isto não conflita com a situação judicial, porquanto a decisão singular é válida até o transito em julgado; e em se confirmando a sentença, o que vai valer, o entendimento do INSS ou da Justiça?
Diz uma trabalhadora que estava em tratamento trabalhando e presentemente continua em tratamento de saúde, inclusive com cirurgia marcada. Sentindo-se incapacitada para continuar trabalhando e cuidando da saúde (diabete cronica, hérnia e derrame facial) foi ao médico do SUS que lhe concedeu 60 (sessenta) dias de licença; porém, o INSS não reconheceu a incapacidade e assim não concedeu o benefício; apesar disso, a consulente não retornou ao trabalho, permacendo afastada pelo atestado que lhe foi concedida a licença. Retornando ao trabalho após termino do período do atestado, a Empresa encaminhou-a ao Exame o qual deu-a como apta ao retorno ao trabalho (ASO), demitindo-a no ato seguinte. Como se sente incapacitada deseja saber o que fazer para não ficar prejudicada e inclusive receber o período de afastamento e obter o benefício no período de convalescença ou até recuperar-se de sua saúde. Deseja também saber se, nesse caso, (demitida doente) caberia uma ação trabalhista contra a Empresa para requerer reparação por danos morais.Por fim, pergunta se um atestado ou laudo médico agora (posterior) declarando sua incapacidade, pelo SUS ou particular, pode ser útil como princípio de prova perante uma ação em face da Empregadora e do INSS.
Uma trabalhadora doméstica foi demitida, e o último dia efetivamente trabalhado foi 03/06/2016, e a projeção do aviso prévio indenizado vai até 31/08/2016. A partir de que data ela deve começar a recolher o INSS facultativo para não perder a condição de segurado e não ficar janela no seu tempo de serviço?